segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Promessa.

Acabei de chegar do trabalho, exausta. Assim que eu acordar, faço um post bacana (ou não) rss

sábado, 28 de agosto de 2010

Como sensualizar num vídeo do youtube

          Gente, se tem uma coisa que me seduz, além de dominar linux e falar três idiomas, é dançar... Acho super digno essas meninas que sabem dançar bem. Tem coisa mais bacana (nem minha avó fala mais isso) do que ir à balada sozinha, ficar dançando e e vir uma menina bem bonita dançar pertinho de você? Sério mesmo!! Eu não saberia estabelecer um padrão físico de beleza para uma pessoa que me atrairia numa festa, mas, se souber dançar, certamente me ganha...
          Tenho certeza que muita gente também gosta. Quem não sabe, aprende aí!!

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-NOT!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Globalização...

          Sapatinhas, nosso país está passando por um momento de avanço incontestável. Nossa população, predominantemente jovem, está sempre buscando especializações com o intuito de diferenciar-se dos demais. As pessoas trabalham mais, exigem mais de si e dos parceiros. Logo, o mundo "sapatístico" está cada vez mais concorrido (hehehe). Eu, por exemplo, só contrato para o cargo de "minha namorada" aquelas que dominam Linux e falam, no mínimo, três idiomas.
          Não se encaixando nas opções acima, eu, como uma boa alma caridosa, deixo aqui um vídeo para que vocês não passem fome, caso sejam abduzidas por marcianos e largadas em outro país. 
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E por falar em avanço, digam-me, PELO AMOR DA PRINCESA SASHA, que vocês irão votar em Dilma...

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Como evitar um fora na hora de querer pegar alguém

       
          Esse post é dedicado às sapatinhas iniciantes e visa evitar possíveis traumas oriundos de uma investida mal sucedida. Esta é a primeira lição...

 LIÇÃO NÚMERO 1 - Atente para as seguintes frases e seus verdadeiros significados:

”Você é uma irmã para mim.” - (Queridinha, pode desistir!)  - Ou ela te acha feia ou você tem mau hálito

“Ha uma pequena diferença de idade entre nós.” - (Se manca, coroa!!!!)

“Eu não quero me envolver agora.” - (Tou solteira há pouco tempo e estou desesperada, mas pegar você já é caridade demais, queritã!!)

“Minha vida está muito complicada neste momento.” - (Não quero passar a noite com você, porque você iria ouvir os telefonemas de todas as minhas novas peguetes)

“Já tenho namorada.” - (Prefiro ficar com meu cachorro e um tablete de chocolate do que com você, canhão)
 
 “Não saio com garotas com as quais eu estudo.”  - (Eu não sairia com você nem que fosse a única rasha no sistema solar)

“O problema não é você, sou eu.” - (É você)  - Caso você escute isso da sua namorada, certamente ela já está com outra.

“Estou dando prioridade aos meus estudos agora.” (Mesmo algo enfadonho como meu curso e toda aquela baboseira que eu tenho que ler em casa é melhor do que sair com você)

“Estou fazendo abstinência, me dando um tempo só pra mim.” (-Q?? Tá sonhando?? Você é ridícula!!!!)

“Não quero estragar nossa amizade.” (Quero você por perto, para poder te contar detalhes insuportáveis sobre as outras sapatões com quem eu saio)


Então, se você já ouviu alguma dessas, conforme-se, você é loser!! Depois eu trago mais algumas lições. rss

Hora de almoço...

          As quatro primeiras aulas acabaram mais cedo e eu tinha que passar uma vergonha básica na primeira, porque cheguei dez minutos atrasada. Depois, fui ao centro de vivência, onde tem a lanchonete do pastel de soja e encontrei uma professora do período passado. Enquanto falávamos sobre "coxinha" (hehehe, ela é fofinha), eu a convenci a fazer um teste de seleção para monitoria da disciplina que ela ministra que, diga-se de passagem, eu domino HUMILDADE [mode/on] razoalvelmente bem.
          Hoje teve movimento contra homofobia no meu campus e, enquanto minha turma era remanejada de uma sala para outra, passamos bem no meio do tumulto colorido. Naquela hora eu senti todos os olhares voltados para mim como se quisessem dizer: Vai lá, querida, vai apoiar teu movimento!! rss. Não é novidade para ninguém que eu defenda mesmo, mas eu procuro apoiar as manifestações que mostrem um outro lado do homossexual, responsável, capaz, dedicado... e não aquelas passeatas onde tem um monte de viado com biquíni dentro da bunda fio dental ou um monte de caminhoneira fazendo pegação ao som de Lady Gaga (não que eu não goste). Como eu estava muito interessada em encontrar "por acaso" a minha professora que ama coxinhas, passei direto e deixei pra sensualizar em outra ocasião. rsss.
           Quando eu chegar das aulas de patologia hoje, se eu não contrair nenhuma doença degenerativa, eu venho por aqui trazer alguma coisa interessante. Esse foi só um desabafo. rsss E só pra não perder o costume, deixo aqui um videozinho de uma moninha morta de passiva que vai inventar de aparecer e acanalhar a classe mas causa algumas risadas.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Que vida dura...

          Acabei de chegar do trabalho, morta de cansada. Dia cheio, muitas pessoas e para completar, fui paquerada por um homem. Pode isso?! Porra, logo um homem? Poderia ter sido uma velha banguela, uma mulher com três seios, uma garota caolha, mas nãaaao!! Tinha que ser um homem! PQP! Ser paquerada por um homem pra mim é pior do que comer ficar com a mãe da sua amiga (se bem que eu  tenho uma amiga cuja mãe é super digna), é pior do que ir ao laboratório estudar genitálias em decomposição, é pior do que ver o José Mayer pegando todas aquelas gostosas mocinhas lindas da tv, que teriam idade de ser netas dele... Enfim, já deu pra entender como eu odeio essa raça, né?
          E vocês já perceberam como eles acham que falar sobre eles mesmos é sexy? Porra!!! Fala da sua irmã, da sua filha ou até da sua mulher, mas não vem com esse papinho pra cima de mim, pelo amor da baronesa do café. O pior de tudo é que eu tinha que ser simpática, e no meu trabalho, sei que terei que vê-lo mais algumas vezes. Caso alguém veja uma notícia de uma mulher que se matou no local de trabalho, tenham certeza que fui eu. Se eu fosse God ou a Lady Gaga (sim, ela pode tudo), meu mundo seria assim:



Enfim, amanhã eu tentarei postar alguma coisa bacana depois que chegar da aula. Até amanhã, garotas de coturno!




domingo, 22 de agosto de 2010

Domingo é dia de....

          

          Porra nenhuma... Que diazinho chato esse, hein?! Só de lembrar que amanhã eu dou plantão, já fico cansada. Para não passar o dia todo só coçando o ego, fui na casa de um amigo mona para conversar (entende-se por conversar = beber) e ele já estava recebendo outra amiga. Quer uma dica?? Nunca, eu disse NUNCA, jamais beba com um viado e uma sapatão caminhoneira. Tudo bem que nós estávamos bebendo na casa dele e tudo, mas eu fui inventar de abrir a minha maldita boca dizendo que queria tequila (e não era a Tila). 
Fomos ao supermercado, a demônio da sapatão que estava com a gente inventou de paquerar a menina do caixa (que, por sinal, estuda comigo) enquanto eu estava na sessão de bebidas.  Quando eu menos espero, vejo a movimentação de seguranças correndo em direção à saída e eu continuo procurando a bebida (nunca fui muito curiosa). Na hora que vou pro caixa, vi a maldita fanchona e meu amigo atracados com um segurança lá, a pobre da caixa chorando, todo e todo mundo olhando. A infeliz da Roberta Miranda que tava com meu amigo ficou querendo agarrar a menina, pedindo um beijo, dizendo que ela ia gostar e blá blá blá... Ao me deparar com essa situação, dei a volta e fiz a linha Cátia Cega (fingi que nem tinha visto). Mas isso não foi o bastante. O pior ainda estava por vir. O barraco já armado, meu amigo começou a gritar meu nome, dizendo que eu ia abrir um processo contra a empresa, que eu conhecia fulano e cicrano e o cacete a sete e apontou para mim enquanto vinha em minha direção... Naquela hora eu queria morrer, ter um ataque epilético, bater com a cabeça e sofrer de amnésia pelo resto da vida. Eu queria que o teto do supermercado desabasse e morrêssemos todos juntos, para que não houvesse um cristão para contar história. Senti um arrepio que percorreu desde o meu sfincter ao meu cabelo dos cílios. 
A desgraça estava feita, eu não podia negar. Depois que o espetáculo tava armado, a menina querendo chamar a polícia, eu sou posta (obrigatoriamente) na conversa. Fiquei me imaginando na delegacia ou aparecendo  naqueles programas tipo Ratinho, fazendo barraco enquanto a platéia me pergunta se eu não tenho vergonha de ter uma gangue de sapatão que estupra as pessoas em público e minha mãe inforcada dentro do quarto...
Fui falar com a menina do caixa e ela perguntou de onde eu conhecia "esse povinho". Na hora só me veio uma coisa na cabeça: Da boatxi, queritã!! Mas eu não podia dizer isso, então pensei na resposta que me livraria daquela situação e disse: DA IGREJA!!. Sim, essa foi a resposta mais imbecil que eu já dei em toda a minha vida. Eu pedi que não chamasse a polícia, que eu ia ligar pra alguém deixá-los em casa, que eu conhecia a família dos dois e que ambos seriam severamente punidos em casa depois desse escândalo.
Resumindo: voltei pra casa sem tequila, com as calças quase borradas e sem dignidade. Nunca mais piso naquele supermercado ou naquele bairro e já estou cogitando a possibilidade de ir morar fora do país.

FIKADIKA!!!

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Luen - Coisas de menina

sábado, 21 de agosto de 2010

Ah, como é bom ser gay!!

Quase infartei de tanto rir quando vi esse vídeo!! ALOKA!!

- Colou meu anel. uauauahuhauhauhauha
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

TPM



           O pior em sair com outra mulher, realmente é encontrá-la nos dias de TPM. Além de você não poder fazer nada, ainda tem que aguentar os berros e os chiliques inesperados. É óbvio que existem dicas para não apresentar a bendita TPM, mas quem as segue?? Eu sei quando minha namorada está de TPM só de ouví-la ao telefone. Nesses dias, eu sempre digo que estou muito ocupada e não poderei vê-la. rss
          Para quem ainda não enfrentou uma ferinha em TPM, e quer saber como é, basta clicar no link abaixo, e para quem já sabe, não clique, pelo amor de Cher...
http://awards.agenciaclick.com.br/pms/pt/

domingo, 15 de agosto de 2010

Que loosho, querida!!

            Que coisa mais digna!!! Saiu o trailer de "Como Esquecer" de Malu Martino. No filme, Ana Paula Arósio interpretará uma homossexual (detesto essa palavra), professora de literatura e blá blá blá...Vi num site por aí e quem quiser saber mais um pouquinho, tá aqui o link:  http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_9/2010/08/12/ficha_mexerico/id_sessao=9&id_noticia=27254/ficha_mexerico.shtml
         Confesso que fiquei em choque ao saber que as coisas por aqui estão mudando! Não sei se a iniciativa de criar um filme assim é partindo do pressuposto de abordar um tema que está tão presente (mesmo que de forma discreta) em todos os lugares ou se foi só pela necessidade de audiência. O que eu sei é que eu irei linda, loira e japonesa assistir ao filme da classe, querida! rss.  Para quem ainda não viu, fikadika!!

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Por que nós, "rashas", sofremos tanto?

Gente... Ser mulher é uma coisa tão difícil. Mesmo sendo gay, eu sou uma "sapa" vaidosa. Isso implica em todas aquelas coisinhas que a gente tem que fazer, do tipo unhas, cabelo, maquiagem, peeling, salto... TUDO ISSO DÓI, DÓI PRA CARALHO CARAMBA!!!! E sem falar da depilação. Aquela maldita depilação!!! Certa vez, li um conto que expressa exatamente o que aconteceu comigo na minha primeira vez. Leiam e compartilhem suas experiências.
 



"Tenta sim. Vai ficar lindo."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me
render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais
leve.

Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que minha namorada ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer,
porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que
por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria
pornô-ginecológica-estética.


- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra
fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.


Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque
sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar
chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei,
Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que
nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria
realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um
lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia
gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já
senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que
chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma
mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma
panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue
mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e
sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a
cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- .é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail,
nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais
ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um
líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga
cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente
em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de
puxar.

Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que
apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar.
Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os
olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso
buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo
supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia
esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter
aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar
Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava
que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam
a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de
Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração
das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um
pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar
cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia
que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei
esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de
cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia,
aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara
dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite
com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego
falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com
mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil
cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria
justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem
cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a
bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que
tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história
mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais,
xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a
bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a
cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais,
vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E
agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa merda...

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala
isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma
total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a
calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.


Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado
é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar
minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra
isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

Queria comprar o domínio www.preserveasvaginaspeludas.com.br



Filha da puta foi a mulher que inventou a "cavadinha"!!

(Fiz uns pequenos ajustes para combinar mais comigo auhauhauha)


sábado, 14 de agosto de 2010

Ah, se Fábio fosse meu sogro...

          

          Alguém viu a playboy da Cléo Pires? Não que eu seja o tipo de sapatão lésbica que olha revistas masculinas ou filmes pornô, mas a Cléo, eu tinha que ver. Sei que meu gosto em relação a mulheres é levemente excêntrico, mas não tem como dizer que ela é feia. Há quem diga que ela não tem graça nenhuma, mas com ela, eu faria linda, se é que vocês me entendem.


Para quem ainda não viu, fikadika!! 



Ganhei uma de uma amiga. - Q???

Primeiro post (com o título nada criativo)

          Não é novidade para ninguém que levar uma vida gay nesse mundinho cheio de preconceitos e falso moralismo não é uma coisa muito fácil, principalmente quando você mora em uma cidade "uó" como a minha. Tudo bem, vai... A cidade é linda, limpa e não tem muita violência, mas as pessoas esqueceram de dar um f5 na cachola desde sabe-se God quando.
          Mas isso não é o pior. A treva mesmo é não poder compartilhar seus segredinhos com as amigas/amigos/mona/caminhão/nãosabecomochamá-los porque não se pode mais confiar em ninguém (sim, eu sou paranóide). E este é o motivo que me levou a criar este blog . Aqui, vou contar um pouco das coisas que se passam na minha ingênua cabecinha de fêmea alfa para saber se eu sou a única pessoa do mundo que pensa tão puramente como eu.
                                                                             

          Introdução feita, vamos ao que interessa...


E viva ao movimento, que nesta porra, todo mundo é gay!